Palestras de Sucesso entrevista Santucci – O palestrante que inspira você a ser inesquecível

Santucci é daqueles exemplos inspiradores que pela sua trajetória de vida e carreira bem-sucedida, nos mostra que é possível alcançar os mais elevados patamares.

De vendedor de coxinha  até se tornar Professor universitário, especialista em Marketing Estratégico e executivo de renome em uma das importantes importadoras de vinhos do Brasil, Santucci sempre manteve uma característica capaz de alavancar resultados:  ter um espírito irrequieto.

Muito gentil e solícito, o apresentador, colunista, palestrante e multifacetado profissional multimídia bateu um papo com a gente, abordando temas que certamente trarão reflexões importantes aos leitores. Aproveite esse conteúdo relevante e se inspire nos ensinamentos de Santucci, um cara no mínimo, motivador, mas muito mais do que isso!

1-Santucci, muito obrigado pela gentileza em nos atender. Pra começar, que dicas você daria para quem está em vias de empreender no cenário pós-pandemia? Há algum ‘atalho’ para o sucesso?

Santucci:  Santucci:  Um prazer falar contigo!

Qualquer pessoa que diga o que virá pode se enganar muito, porém pelo o que vemos a tendência no pós-pandemia é de que se darão bem os empreendedores que descobriram mais de si, criaram um posicionamento, internalizando-o, desenvolveram e praticam a inteligência espiritual; o termo ainda é novo, mas muitos já o fazem intuitivamente. O segundo passo é de defender seu produto, ideia ou serviço pessoalmente, sem dúvida o empreendedor (e o de si mesmo, co-laborador, autônomo) que se habilita em se expor, mesmo que eventualmente tornado-se vulnerável estará à frente nessa retomada.

É preciso se movimentar, a ideia parada não vale nada. Lembremos Sucesso é o Caminho!

Finalizando, como sempre digo: o sucesso só vem antes do trabalho no dicionário, não tem atalho, pulo do gato, fórmula mágica.  Sucesso pra mim é suceder, não parar, bem suceder é seguir atingindo o objetivo, os resultados, que são só degraus, a remuneração é consequência, portanto concentre-se no caminho, tenha coragem e não desista! 

2- Um aspecto muito interessante do seu trabalho diz respeito ao seu conhecimento sobre vinhos, a forma que você lida com o tema e também o jeito que o relaciona com os negócios.  Há até um curso que você oferece, denominado “Descomplicando o vinho”. Conta pra gente um pouco mais sobre esta história, tanto sobre o curso, a sua predileção pela bebida e como o vinho pode atuar de forma positiva no networking e negócios em geral. 

Santucci: Uma paixão: vinho, psicologia e marketing é uma tríade apaixonante. O vinho está na minha vida desde os 4 anos de idade, é um costume de família (italiana) que nessa idade a criança bebia uma “vinhada” (vinho, muita água e açúcar – hoje em dia acredito que essa tradição tenha sido trocada por suco de uva). Quando me tornei um profissional do segmento comecei a estudar muito e fui percebendo o tanto de humano que há no vinho, as inúmeras analogias que poderiam ser extraídas e daí a contextualizar para os negócios foi um passo. Além das analogias, o vinho por si só reúne pessoas e quando há um especialista as pessoas ficam ávidas pelo conhecimento e pelo líquido!  A forma como lidei foi criando o “Descomplicando o Vinho” que é um modelo de falar de vinho, de comunicar, de facilitar a linguagem e aproximar as pessoas.

Tanto o curso (on-line, ou presencial) quanto a palestra criam um ambiente para as pessoas trocarem. Todo mundo tem uma história, por isso o “Descomplicando o Vinho” e o “Por Trás da Marca – A Marca é Você!”, tem tanto em comum, tem intimidade mesmo, e é o princípio de todo trabalho que atuo, contar histórias, contar a sua história. É networking e ao mesmo tempo quem conta a história que viveu com o vinho, conta sua história de vida, conta como chegou ali, conta o que faz, e isso de um jeito que chamo de vender, sem vender.  Afinal todos estão vendendo alguma coisa, não é?

3- Você presta mentoria para marcas com muita propriedade, conforme vimos nas provas sociais em diversos depoimentos. Sendo assim, gostaríamos de saber: você teve um mentor ou alguém que te inspirou em sua carreira? Conta pra gente! 

Santucci: Tive alguns mentores, os primeiros foram meus pais e que hoje representa meu propósito: Honrar, meu pai (em memória) e minha mãe.  Depois, ao longo da vida, familiares, amigos, professores, livros…

Há um tempo em nossas vidas que precisamos de mentores, eu que sempre fui curioso, procurei por eles. Já enquanto profissional, alguns, não só gerentes e diretores, mas secretárias, assistentes e talvez os que mais aprendi são os profissionais que tem a história do lugar onde trabalham e o carinho das pessoas que por lá passaram.

Especificamente tem um grande líder histórico, Jesus, não o cristo, mas também o Cristo. Faço essa distinção para separar a religião da espiritualidade. Nesse aspecto, da própria inteligência espiritual, me refiro àquilo que não é material. Esse aspecto não vi outro mentor tão capacitado. O caminho proposto, muitas vezes mostrado através das parábolas, nos dão a dimensão do posicionamento quando se diz para conhecer-se, propósito quando nos mostra o quão fundamental é servir; o quanto somos capazes de sermos cada dia melhores quando tiramos as travas da visão e nos liberamos do jugo e do julgamento, por fim nos mostrando o quão importante é andarmos em boa companhia e espalhar a melhor história. Enfim, dá sentido e significado para muito em nossa trajetória, em nosso caminho.

O importante é sabermos que um mentor nos ajuda na caminhada por que já passou por um caminho parecido, assim como nos mostrando que há vários caminhos. O que fazemos é ampliar a visão da perspectiva e aprendi com muitos.

4- O título do seu livro “A Depressão Curou minha Vida”, despertou bastante nossa atenção e curiosidade. O que você poderia nos contar sobre esta obra ? 

Santucci: Uma obra biográfica, um pedaço da minha vida quando passei pelo tratamento da depressão. Percebi que meu testemunho poderia ajudar mais pessoas, aí decidi escrever o que me aconteceu e como é possível utilizar algo assustador a nosso favor. 

Tenho dado esse depoimento em diversas mídias como o “Awaken Talks” (um TED talks de despertar) , em escolas, onde for chamado e sempre voluntariamente.

O livro, publicado pelo Clube de Autores, conta desde o momento em que me vi depressivo até minha recaída, passando por todas as grandes descobertas que percebi (são 7) e a necessidade de se tratar as doenças pelo tripé bio, psico, social, ou corpo, mente e espírito.

Foi uma grande viagem interna, de muitos resgates e uma nova forma de viver.

Muita gente me diz que foi corajoso expor essa vulnerabilidade, particularmente é um orgulho poder contar o que aconteceu comigo e saber que o testemunho ajuda muitas pessoas.

5- Santucci, você comentou em off que gosta do trabalho de Mário Sérgio Cortella. Há uma frase dele que diz o seguinte:  “É preciso, acima de tudo, dar passos na direção do que constrói um sentido”. Você concorda com ele? Aproveitando, de que maneira encontrar o sentido e propósito na carreira? 

Santucci: Pra ser honesto o Cortella é um modelo de palestrante para mim, poder abordar os assuntos com essa maestria me instiga em ser melhor, estudar mais, mesmo que minha área de formação não seja a Filosofia, o tema me interessa muito e com certeza integra minha obra. Quanto à frase, eu diria que encontrando o sentido se dá os passos na direção do que se constrói. Talvez essa seja a chave para encontrar o propósito na carreira, que prefiro chamar de vida, explico; defendo que, de fato, o plano de carreira é na verdade o plano de vida, posto que não há separação, somos o que somos o tempo todo e em todo lugar.  Daí encontrar o sentido, ou dar significado ao que fazemos é o que determina nosso caminho, esse caminho, esse objetivo, inclui nosso propósito e nossa felicidade. É sobre por que fazemos, para que e para quem. 

6- Novamente, fica aqui o agradecimento pelo tempo cedido para esta enriquecedora entrevista. Você gostaria de deixar um recado final aos nossos leitores, caro Santucci?

Santucci: agradeço o espaço, a oportunidade e deixo não um recado, mas uma provocação: Quando inicio minhas mentorias pergunto: O que você quer da vida? E sei que essa é uma das perguntas mais difíceis de responder, desafiadora, mas é o fio condutor para buscar o posicionamento e propósito. Por outro lado ajudo com outra pergunta, essa te provoca, mas te dá a pista inicial: O que sua criança queria ser quando você crescesse?

Para conhecer o curso “Descomplicando o vinho”, clique aqui!

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