Palestras de Sucesso Entrevista ZEPPA

1- Grande palestrante Marcio Zeppelini, ou ZEPPA, como você prefere ser chamado. É um grande prazer tê-lo aqui conosco. Da primeira empresa com 17 anos, até os dias de hoje, quais as principais lições que você poderia compartilhar com nossos leitores, que podem gerar inspiração?

Zeppa: Como eu me defino? Sou um realizador nato. Desde antes da minha empresa, que abri com 17 anos, eu já empreendia, fazia acontecer. Ainda moleque, eu vendia bicicletas, comprava e vendia gibis, fiz de tudo. Também organizava trilhas pela mata com grupos de pessoas, o que rendia algum dinheiro.

Até hoje continuo inventando coisas que ajudem as pessoas a se movimentar, que agitem a energia delas, não necessariamente que dê lucro. É evidente que, se uma ideia for lucrativa, melhor. Mas o plano é sempre #FazerAcontecer, criar e entregar algo diferente para a sociedade a fim de construir um mundo melhor para nós mesmos e para quem está à nossa volta.

Então, a primeira inspiração que posso transmitir é que todo mundo é capaz de “Fazer Acontecer”. Todo mundo é capaz de se levantar da cadeira, arregaçar a manga e criar alguma coisa para si, para a sua família, amigos, cidade, bairro e mundo, como um todo.

De repente, você pode fazer um trabalho voluntário, por exemplo, resgatando e cuidando de animais; ajudando pessoas carentes com atenção e alimentos; realizando um trabalho para a sua igreja. Participar e realizar iniciativas como essas funciona como inspiração para as pessoas, principalmente quando se consegue concluir, com sucesso, um projeto.

Uma sociedade em pleno desenvolvimento econômico e social, onde tudo funciona, gera mais empreendedores. Ao contrário, uma localidade onde não haja tal movimento, em que a economia é parada e o desânimo toma conta de todos, tende a viver em marasmo. A partir desta visão, sempre digo que o importante é fazer alguma coisa por si e pelo próximo, fazer acontecer. Afinal, feito é melhor que perfeito.

 

2- Acompanhando alguns dos seus conteúdos inspiracionais, encontramos uma frase bem bacana: “É mais fácil resmungar que o café está amargo e ficar apenas fazendo careta”. Qual paralelo desta frase com o mundo corporativo você faria?

Zeppa: É muito mais fácil reclamar do que fazer alguma coisa para mudar. Isso é fato. Então, se algo não está bom, resmungar e reclamar da situação gera menos esforço do que tentar mudar aquela realidade. Mesmo assim, boa parte das pessoas prefere simplesmente reclamar, embora este comportamento em nada mude uma situação negativa, seja um problema familiar, no casamento ou no trabalho.

Não adianta só ficar reclamando. Novamente: é necessário “Fazer Acontecer”, mudar o status quo em que você se encontra e, portanto, buscar uma vida mais produtiva e com mais qualidade. É necessário pensar, analisar e planejar uma mudança, e não simplesmente tomar uma atitude intempestiva e, mais tarde, arrepender-se do resultado.

Obviamente, o café amargo é só uma metáfora – até porque eu só tomo café sem açúcar. Mas, muitas vezes, as pessoas não mexem a colher e não percebem que o açúcar está no fundo da xícara. É necessário dar uma “chacoalhada” na vida, mudar as atitudes, a direção do caminho, enxergar o mundo de outros ângulos, atitude que pode alavancar novas ideias para uma vida melhor.

3- Há uma espécie de “síndrome” que acomete boa parte das pessoas, em praticamente todos os lugares, sobretudo no cenário empresarial e corporativo: a falta de tempo. Você, como um realizador nato, certamente sabe como lidar com a gestão de tempo, não é verdade? Sendo assim, quais suas dicas para otimização de trabalho e de tempo?

Zeppa: Sim, inclusive já dei palestras sobre gestão de tempo. Eu sempre digo que “não existe quem tenha mais do que 24 horas por dia”. Pode ser o presidente da República, o CEO de uma empresa ou um desempregado. Todos têm 24 horas. Portanto, precisamos fazer nossos sonhos caberem nessas 24 horas. Temos que fazer, na verdade, não uma gestão do tempo, mas uma gestão das prioridades. E nos perguntarmos: o que é realmente importante na nossa vida? O que a gente está fazendo agora vai nos levar aos nossos objetivos?

Tome cuidado com os chamados “ladrões de tempo”, como redes sociais, joguinhos eletrônicos, novelas, revistas e sites de fofoca, ou conversas paralelas que nada têm a ver com seus objetivos. São coisas que prejudicam o nosso futuro e não nos fazem evoluir. O tempo não para e, por isso, precisamos usá-lo em nosso favor.

É lógico que vai haver aquele momento de descanso, de descontração, em que você não quer pensar em nada, ou deseja simplesmente brincar com seus filhos, tomar uma cerveja com os amigos. Pois saiba que sua família e seus amigos fazem parte do seu projeto de futuro, fazem parte de seus sonhos.

4- Dentre as maiores necessidades encontradas nas organizações, temas como liderança e trabalho em equipe, a cada dia, ganham mais relevância. Do alto de sua experiência, como a liderança pode se portar para extrair o melhor de cada membro do time?

Zeppa: Para se extrair o melhor de cada integrante de uma equipe, é preciso, antes, conhecer bem cada um deles. Saber quais são as suas qualidades e as suas deficiências, assim como as habilidades naturais dessas pessoas a fim de potencializá-las. Ao conhecer as qualidades de cada membro da equipe, é possível fazer um cruzamento dessas habilidades, enaltecendo-as, reconhecendo-as, fazendo com que as deficiências sejam superadas por meio de treinamentos e capacitações.

É muito importante conhecer a equipe e fazer um trabalho diário de comunicação, de relacionamento. Somente o líder interessado no colaborador vai ser interessante para ele, para toda a equipe. Senão, acaba se tornando mais um “interesseiro” que só pensa no projeto, na empresa, na meta a cumprir – e não pensa na individualidade, nos problemas e nas dificuldades e deficiências de cada um.

O chefe simplesmente manda fazer e não está preocupado em como está sendo feito. Só quer o resultado. Já o líder se interessa em acompanhar todo o processo, porque se houver alguma dificuldade, ele é a pessoa certa para resolvê-la e redirecionar o projeto.

5- Revela pra gente um segredo? COMO FAZER ACONTECER AGORA os objetivos, independentemente dos recursos disponíveis ou das dificuldades enfrentadas individualmente, e mesmo do próprio cenário mundial?

Zeppa: A questão não é o segredo, mas algo importante que todo realizador tem que saber: para fazer alguma coisa, são necessários recursos tangíveis e intangíveis. É como fazer um bolo de chocolate. Você tem todos os ingredientes (farinha de trigo, ovo, chocolate) e os utensílios (forno, forma, batedeira). Mas, nesta receita, é preciso ainda ter os recursos intangíveis, isto é, a motivação, o tempo, a criatividade e a experiência, além de um relacionamento para compartilhar ou vender o bolo.

A falta de recursos tangíveis pode ser substituída pelos recursos intangíveis. A pessoa pode dizer: “se eu tivesse uma forma, eu faria um bolo”. E eu digo: “Se você tivesse vontade, faria um bolo”. Porque a vontade, aliada a outros recursos intangíveis (criatividade, comunicabilidade, relacionamento), substitui os elementos tangíveis. Por exemplo: com relacionamento e um pouco de comunicação, você facilmente pode pedir a forma emprestada ao vizinho. Ou, com criatividade, improvisar a forma com uma lata, caneca ou até mesmo folha de bananeira.

O problema é que muita gente costuma usar a falta desses tangíveis como muleta para simplesmente se manter em sua zona de conforto e não realizar nada.

6- Muitos empreendedores são determinados, não medem esforços, e passam a vida em busca de ter um negócio bem-sucedido. Sabemos que esforço, resiliência, determinação, são características cruciais para quem quer realizar grandes feitos e projetos, concorda? Contudo, como identificar que toda essa energia está sendo direcionada em uma direção errada? Como mudar a rota e encontrar a estrada do sucesso, Zeppa?

Zeppa: É a máxima de que “não adianta querer resultados diferentes fazendo sempre as mesmas coisas, tomando as mesmas decisões, usando os mesmos caminhos e as mesmas ferramentas”. O principal indício de que você está no caminho errado é se os resultados não estão te agradando.

Talvez o resultado seja menor do que você esperava, mas se, ainda assim, for o que você queria, então só é necessário ajustar a dosagem de empenho de energia gasta no projeto para conseguir aumentar o resultado. Agora, se o resultado que você está querendo é totalmente diferente daquilo que vem recebendo, então você definitivamente está no caminho errado.

É importante definir o que é sucesso para você, pois não é simplesmente ganhar dinheiro, ter fama ou poder. O sucesso de uns pode não fazer sentido para outros. Então, eu considero muito mais importante a experiência de vida que esse projeto te proporciona, presenteando-lhe com bons ensinamentos, boas memórias, além de bons resultados.

Lembra daquela propaganda do Estadão? “Você chega no alto de uma montanha… e agora? Vamos descer!”.

Chegar ao topo não necessariamente é o prêmio máximo, até porque a gente nunca sabe onde é o topo máximo. Se você não estiver curtindo toda a subida da montanha, você nunca vai estar feliz, porque nunca vai chegar ao cume.

Para muitas pessoas, o alto da montanha pode ser ocupar um alto cargo numa empresa. E quando lá estiver, provavelmente vai estar pensando que o alto da sua vida será o momento da aposentadoria como CEO, e que, mais adiante, vai ser cuidar dos netos. É muito legal curtir a subida, a escalada toda, cada degrauzinho. É preciso entender o alto da montanha como uma etapa concluída e um divisor para se começar a subir outra montanha ainda maior.

7- Ainda sobre empreender, a falta de foco surge como mais um entrave para aqueles que querem tocar seus negócios e escalar voos mais elevados. Foco é algo que se treina? Quais estratégias podem ajudar um empreendedor a não se perder diante dos obstáculos e possíveis distrações que o tirem da rota?

Zeppa: Gosto muito de metáforas para explicar e fazer comparações sobre determinadas questões. Digamos que seu negócio fosse um restaurante. Que tipo de comida você estaria entregando? Se responder que no seu cardápio tem pizza, churrasco, comida japonesa, massas e pastel, você definitivamente está com o foco errado. Aliás, não tem nenhum foco. Você não sabe nem o que colocar na fachada do estabelecimento, se é lanchonete, restaurante ou sushibar.

Enfim, é necessário que você crie uma estratégia de ser o melhor em um ponto. Ter foco é justamente definir para onde se está indo, o que você quer ser e qual a melhor estratégia. Portanto, se você achar que tem uma pizzaria, abandone o resto do cardápio e faça a melhor pizza da sua cidade. Simples assim.

8- Você tem uma história inspiradora nos negócios. Criou sua primeira empreitada aos 17 anos e três anos depois, faliu, não é mesmo? Naquele momento de queda, o que passou pela cabeça do jovem Zeppa? O que foi determinante para aquele garoto não desistir e, hoje, ser uma grande referência no empreendedorismo?

Zeppa: De fato, isso aconteceu. Abri meu primeiro CNPJ aos 17 anos e fali com pouco menos de 20. Em pouco menos de três anos adquiri muita experiência porque, na verdade, eu nada sabia sobre gestão empresarial e tive de aprender na marra. E acabei não aprendendo direito. Naquele momento, senti obviamente o gosto amargo da derrota, de não ter sido competente o suficiente para manter a empresa viva, para fazer e acontecer de fato.

Entretanto, pouco tempo depois, comecei a perceber que aquilo precisava ocorrer comigo, como se eu precisasse passar por uma metamorfose – não uma transformação física, mas mental. Isso porque as grandes mudanças na nossa mente acontecem quando passamos por grandes acontecimentos, seja uma demissão, uma falência, um acidente, uma doença, uma gravidez indesejada, ou seja, tudo o que impacta demais sua vida, de forma não planejada, totalmente inesperada, acaba te transformando mentalmente.

Eu sempre pergunto em minhas palestras quantas pessoas já foram demitidas um dia  e quantas delas,  depois de algumas semanas, deram graças a Deus por terem sido demitidas.

Elas simplesmente precisavam daquele choque de realidade, passar por aquele trauma, a fim de resgatar forças para começar de novo, não mais do zero.

Sempre que você vai fazer algo, você não está começando do zero, porque certamente já possui uma “bagagem” que vai ser usada como experiência ao longo da sua empreitada como novo empresário. Você vai usar a experiência adquirida dos seus pais e amigos, tudo aquilo que você viu e está registrado na sua memória, processo que ajudou a criar valores na sua formação como ser humano.

Então, você nunca começa do zero. E quando recomeça algum projeto, como aconteceu comigo, toda a bagagem de acertos e, principalmente, de erros, eu usei na nova empresa. Então, esta situação foi excelente, serviu como uma pós-graduação em gestão empresarial, permeada por tudo aquilo que eu não deveria fazer de errado novamente.

Só um detalhe importante: há pessoas que, após o trauma, ficam estáticas e “morrem” com aquela transformação. É necessário resiliência, adaptabilidade e valorização do novo para que esse trauma seja, ao final, um acontecimento bom em sua vida.

9- Você é um profissional que inspira muitas pessoas. Do outro lado da moeda, você também nos disse que tem pessoas que te inspiram. Comente um pouco sobre elas: Leila Navarro, Jorge Paulo Lemann e Ricardo Amorim.

Zeppa: Toda pessoa precisa se inspirar em alguém. Em todo mundo, não há alguém que seja autossuficiente e crie suas próprias ideias sem ter sido influenciado por alguém. E isso é muito legal, porque você vai buscando inspiração em várias pessoas que admira. Eu, como palestrante, venho há mais de dez anos acompanhando vários palestrantes como Rafael Baltresca, Marcelo Ortega, Leila Navarro e tantos outros. Vou “tirando um pedacinho” do conhecimento de cada um. Isso não é inveja, jamais! Mas inspiração e admiração das melhores práticas delas.

Você citou três pessoas que de fato eu tenho muita admiração. A Leila Navarro, que ajudou bastante na minha carreira como palestrante, é uma referência para mim, não só na arte de palestrar, mas por meio de muitas dicas para o direcionamento da minha palestra, do foco, do que falar para prender o interesse do público.

O Ricardo Amorim é um cara fantástico, é um grande influencer. A gente não se conhece pessoalmente, mas ele tem um vasto conhecimento de economia e política que transcende qualquer tipo de polarização direita/esquerda, margeando de um lado para o outro. Fala sobre direita conservadora, liberal e de repente vai para um lado mais voltado para uma área social com todas as tendências do mercado e do espírito empreendedor. É um cara fantástico.

Já o empresário Jorge Paulo Lemann, para mim, é o maior empreendedor do mundo. Fiquei mais fã dele quando soube que ele faliu aos 25 anos. Isso me deu um gás danado, até em comparação comigo mesmo como empresário que também faliu um dia. Ele é uma referência.

Em seu livro, ele fala como resolveu criar uma cervejaria. Na verdade, simplesmente porque ele viu que todos os donos de cervejaria eram milionários. A visão dele era ser o maior, ter a maior cervejaria do Brasil, e depois, a maior cervejaria do mundo. É um cara extremamente visionário, audaz e low profile. Ele fica na dele, sem chamar a atenção nem da grande sociedade, nem do grande empresariado, muito menos do campo político. E tantos outros, além desses três, que eu vou “tirando pedacinhos”, tão importantes para a gente criar a nossa própria personalidade.

10- Analisando seu trabalho, que é, diga-se de passagem, de fato inspirador, encontrei uma frase muito interessante: “Empreender vai muito além do fato de se ter um CNPJ”. Comente um pouco sobre isso, e aproveitando o gancho, para o Zeppa, empreendedor, realizador e homem de negócios: o que é empreender com propósito?

Zeppa: Empreender é construir algo, e não criar uma empresa. O empreendedorismo ficou muito ligado a criar uma empresa, um negócio, um comércio, uma startup, e nada tem a ver com isso. Na verdade, significa empreender, construir alguma coisa, fazer um empreendimento, que pode até ser uma empresa.

Porém, pode-se também plantar uma horta comunitária, realizar um trabalho voluntário ou fazer parte do coral da igreja. Veja só quantas coisas podem ser um “empreendimento”. Tudo aquilo que você constrói com as suas próprias mãos, da base, tijolinho por tijolinho, eu considero um empreendimento. O final pode ser uma obra terminada para morarmos; uma horta pronta para se colher os frutos; a apresentação do coral para abrilhantar olhos e ouvidos; crianças do seu trabalho voluntário felizes em uma festinha de Natal.

É nisso que eu me inspiro e no que as pessoas deveriam se inspirar: #FazerAcontecer. Não importa para que lado você coloque suas fichas, qual é o seu projeto de vida… o que importa é fazer, ter a veia do empreendedorismo bem forte e pulsando para entregar coisas importantes para a sociedade. Isso é “Fazer Acontecer”, isso é ser empreendedor.

Empreender com propósito é mais interessante ainda, porque quando você coloca um propósito visando à sociedade, alimenta a esperança, a qualidade de vida e a saúde das outras pessoas. Portanto, é interessante realizar qualquer tipo de empreendimento com propósito. Hoje em dia fala-se muito em “setor dois e meio”, ou “empreendimento social”, ou ainda, “negócio social”. Empresa que gera lucro social ou organização social que gera lucro financeiro são campos bem legais de se trabalhar, pois são empreendimentos com propósito social e também lucrativo.

11- O mundo é dinâmico e as mudanças são uma constante, ainda mais se pensarmos no segmento corporativo e no mundo empreendedor em geral. Para você, como fazer para se adaptar mais tranquilamente às mudanças, especialmente para aqueles que são mais resistentes a elas?

Zeppa: Você já viu alguém que não goste ou não aceite mudanças ter sucesso na vida? É impossível, porque por mais que a pessoa não goste de mudar, a mudança vai acontecer. Os tempos estão mudando completamente a cada cinco, dez anos. Tudo muda – os processos, os softwares, o tipo de comunicação, o mundo como um todo. Veja como a pandemia colocou o planeta de cabeça para baixo, da mesma forma que uma guerra ou uma crise financeira assim o fazem. O Brasil muda completamente por questões políticas, enfim, as transformações acontecem independentemente de querermos ou não.

É necessário que sejamos flexíveis para todas essas mudanças e façamos as adaptações necessárias em nossa rotina. Devemos ser resilientes a ponto de conseguirmos nos moldar a qualquer nova realidade. As mudanças são necessárias. Se a gente quer um resultado diferente, é necessário tomar atitudes diferentes. Necessariamente, temos de mudar processos, pessoas, lugares, trajetos, e isso, consequentemente, muda a nossa zona de conforto. Ou seja,adaptar-se às mudanças.

12- Zeppa, obrigado pelos seus ensinamentos e pela conversa enriquecedora, em diversos sentidos. Para encerrar, comente um pouco mais sobre sua palestra, sobre o que o público irá encontrar e levar para sua vida. O recado final é todo seu, um grande abraço e muito obrigado por tudo.

Zeppa: Eu que agradeço a oportunidade de dar esta entrevista. Quero convidá-los a conhecer minha nova palestra: “RealizavelMente, sua mente capaz de realizar mais”. É uma palestra muito leve, muito tranquila e fácil de se levar para qualquer tipo de evento, como um congresso de vendas, uma confraternização de empresa, um congresso técnico-empresarial, porque ela fala com o ser humano, não com o profissional médico, engenheiro, advogado, empresário ou empregado, ela fala diretamente com o ser humano.

E como eu acho que todo ser humano é igual, independentemente do seu nível econômico ou social, nós temos sempre algumas coisas muito em comum. Em especial, todo mundo quer realizar algo, quer fazer acontecer, crescer na vida, ter alguma história legal para contar.

No palco, eu faço um paralelo com a música do Queen “A kind of magic” (Um tipo de magia), em que eu traço as quatro palavrinhas que ele fala: one dream, one soul, one prize, one goal. Mudando a ordem: um sonho, uma alma, uma meta e um prêmio. Dentro desses quatro pilares eu vou conduzindo a palestra de uma maneira muito gostosa, com dinâmicas. Faço as pessoas pararem para pensar no que estão fazendo acontecer e perceberem que podem, sim, começar fazer e acontecer agora.

Visita lá meu site: www.zeppa.me – tem várias inspirações ali para sua leitura!

Obrigado e grande abraço a todos.

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