Muitos gestores e líderes estudam métodos e estratégias para que a equipe tenha melhores resultados. Uma dessas estratégias é exatamente estimular a autoconfiança de seus colaboradores. Mas, como fazer isso? A seguir, descubra como é possível desenvolver uma postura autoconfiante com gestão emocional, com os ensinamentos de um mestre nessa arte, o palestrante Paulinho Siqueira.
Melhores resultados para seus colaboradores e negócios: programação neurolinguística e a autoconfiança se relacionam
Uma das questões mais recorrentes que me fazem em minhas palestras, mentorias e treinamentos, é sobre como a empresa pode estimular a confiança de seus colaboradores e assim, atingir melhores resultados. E mais: como a PNL pode influenciar esse processo.
Veja bem, ao meu ver, a programação neurolinguística é um modo de se comunicar.
“Eu sempre digo que quando você aprende a ler, é impossível não ler, não é verdade? Então quando eu sei PNL, é impossível não usar.” – Paulinho Siqueira
Na PNL, (abreviação da programação neurolinguística), há um importante estudo de Robert Dilts, certamente dos mais reconhecidos trainers em atuação, que nos diz o seguinte:
“Temos uma espécie de pirâmide de níveis neurológicos. A base da pirâmide é o ambiente, depois o nível de comportamentos, subindo para capacidades, crenças e valores, identidade e legado no topo. Quanto mais alto o nível que atuo a mudança pessoal, mais sustentável será a transformação.”
Em outras palavras, exemplificando, se você tem o desejo de perder peso, mudar o ambiente em que costumava frequentar, mas não mudar sua maneira de se comportar, acabará retornando aos velhos hábitos.
Porém, se você mudar seu comportamento, terá mais sucesso, afinal, devido ao seu comportamento, irá mudar os ambientes.
Mas e se eu não aumentar minha capacidade, meus conhecimentos?
Vamos pensar agora no caso de você não ampliar sua capacidade e conhecimentos. Se porventura, algo interferir em suas crenças, identidade e valores.
“É exatamente nesse nível que está a autoconfiança, na identidade, é uma crença em si mesmo, mas além disso, molda a pessoa, então a mudança precisa passar dentro de um processo para que a pessoa comece a se identificar como Autoconfiante.” – Paulinho Siqueira
Devemos ter em mente que dentro desse processo, com o objetivo de trabalhar a autoconfiança dos colaboradores, as empresas necessitam dar voz e capacitar, promover a autonomia necessária para tomada de decisões. Além disso, é preciso vislumbrar os passos seguintes, rumo ao futuro, onde o colaborador deve ser e se sentir peça-chave e estratégica dentro do planejamento da empresa.
“Não apenas em relação às metas, como também enxergando os ganhos, com direção clara do que pode alcançar para sua vida pessoal, sempre no nível de crenças, valores e principalmente identidade. E aqui eu trabalho no nível das emoções.” – Paulinho Siqueira
Os estudos de Amy Cuddy
Amy Cuddy, neurocientista das mais comentadas, viu um documentário onde macacos comemoravam uma vitória com os braços levantados. Isso levantou uma curiosidade, onde depois ela percebeu que maratonistas faziam a mesma posição quando cruzavam a linha de chegada.
Ao estudar o fato, Amy chegou a interessante conclusão que aquela pose eleva a testosterona e esse hormônio está ligado à autoconfiança.
Junto à sua equipe, a neurocientista constatou ainda que quando o indivíduo faz essa posição durante 1 minuto e 59 segundos, aumenta a testosterona em cerca de 30%. Além disso, reduz o cortisol, hormônio ligado ao stress em mais de 20%.
Agora, pense comigo: boa parte da nossa comunicação é não verbal, sendo plenamente possível realizar um trabalho para aumentar a autoconfiança através da postura, correto?
Portanto, lançando mão dessa posição do poder, ou da vitória, sabendo que a autoconfiança atua no nível emocional, uma simples mudança de postura pode perfeitamente melhorar, não somente as emoções, como ainda a maneira que podemos transmitir nosso conhecimento.
Conclusão
Conforme relatei em minha entrevista aqui para o site Palestras de Sucesso:
“Uma emoção é uma reação natural e fisiológica de algum estímulo externo, recebido por qualquer um dos sentidos, essa reação nos gera sentimentos, esses sentimentos externam para o mundo através da fisiologia e comportamentos e a forma como falo. E a proposta aqui é exatamente fazer o contrário, eu mudar a forma como falo, me sentindo autoconfiante, através da postura e da repetição da pose do poder, unindo a técnicas específicas de PNL, trazendo um sentimento de confiança e assim trabalhar a melhora das emoções.” – Paulinho Siqueira
Agora que você viu como estimular a autoconfiança de seus colaboradores para atingir melhores resultados, compartilhe o post com seus contatos. Um abraço do Paulinho Siqueira.