Fazer o que é simples e fácil, seria o melhor caminho? Não importa qual seja seu nicho de atuação ou segmento, é importante sempre considerarmos questões como a ética e a satisfação dos clientes e públicos, não é verdade? E, sobretudo, se pensarmos do ponto de vista da medicina, uma profissão essencialmente humana, que lida diretamente com vidas, sentiremos o quanto é imensurável a nossa responsabilidade.
No post de hoje, o palestrante e médico Dr. Willy França, nos traz uma reflexão e aprendizagem assimilada ao longo de 25 anos estudando e adaptando os conceitos de marketing para os médicos(as). Vale sua leitura!
Se você fizer o que é simples e fácil, você será apenas mais um na multidão
Você que me lê agora, e atua na área da medicina, já parou para pensar que as pessoas, que são nossos clientes/pacientes, desejam grandes e extraordinários feitos?
“Mas, Dr. Willy, o que seriam tais feitos?”.
Acredite, falando assim você pode ter a impressão que se trata de algo “de outro mundo”, contudo, é bem mais “básico” do que podemos pensar.
Por exemplo, o paciente quer uma palavra de conforto. Algumas vezes, um abraço ou um par de ouvidos.
Já pensou nisso?
Se você fizer aquilo que “corta caminhos”, se você se preocupar apenas em “automatizar” o atendimento, ou seja, o mais fácil, você será apenas mais um.
Se você fizer o que ninguém quer fazer, sempre será lembrado por isso
Gosto de compartilhar o pensamento de que é melhor optar por fazer o que é mais difícil e trabalhoso, porque ninguém quer fazer e você então se destacará.
“Sempre será lembrado por isso. Esse pensamento o colocará num patamar de vencedores pelas suas ações, dos líderes formadores de opinião pelas ideias e dos líderes servidores pela sua determinação em ajudar, como diz James Hunter.”
Se você parar, enferruja
Quantas vezes você já não ouviu algum colaborador ou mesmo um colega médico dizer a frase “eu não sou pago para isso”?
Pois acredite, como ensina Jim Rohn, eu afirmo e reafirmo que você deve fazer sempre mais do que aquilo que estão te pagando para fazer.
Traduzindo essa ideia para os dias de hoje, podemos pensar sobre o cargo que determinado profissional ocupa. Em síntese, é o seu grau de empregabilidade que se eleva, sendo o último a ser mandado embora em casos de crise.
Para encerrar, quero deixar uma preciosa dica do meu Pai:
“Estude meu filho, pois se não estudar o tempo passa do mesmo jeito”.
E hoje isso significa especialização e diferenciação. Se parar, enferruja! Pense nisso, compartilhe esse post e até a próxima.
Quero uma palestra com o Dr. Willy França!