A cultura do erro desponta como combustível para a inovação nas empresas quando se torna gestão consciente, não tabu
A quebra do padrão começa quando se aceita a cultura do erro
A cultura do erro não é permissividade. É agilidade. É a mentalidade que leva empresas a experimentar, aprender e evoluir com velocidade.
Como Ivan Moré afirma:
“ É fundamental, que as empresas abram um espaço relativamente grande para o erro.”
Esse conceito vai direto à raiz da inovação nas empresas e da reinvenção profissional, pois admitir falhas rápidas gera aprendizado, estimula a criatividade e transforma processos estagnados.
Por que o erro ainda incomoda tanto
Em ambientes tradicionais, o erro é visto como falha. Mas na realidade, na era da informação, o erro bem administrado se tornou diferencial. Ivan Moré diz:
“As empresas precisam entender que quanto mais elas errarem, mais elas vão crescer.”
Quando o erro vira sinal de inação, a empresa para. Quando vira pista de aceleração, ela se destaca.
O que distingue erro produtivo de erro tóxico
- Erro produtivo gera aprendizado e ajuste rápido.
- Erro tóxico repete‑se em ciclos, sem lição. A indústria da inovação busca o primeiro, não o segundo.
Empresas que adotam o erro como parte do processo criam espaços onde o colaborador telefona, testa, recua, corrige, e avança.
Como implementar a cultura do erro no dia a dia corporativo
1. Crie espaço para errar rápido
Conforme Moré, “o erro no curto espaço de tempo” oferece estímulo à criatividade e à participação de novos colaboradores. Quando o colaborador sabe que pode errar, ele ousa.
2. Corrija antes que o erro vire hábito
Erro é caminho. Mas insistir no erro é estrada de crise.
3. Mude o discurso interno
Em vez de “não pode” ou “vamos evitar”, diga “qual é a hipótese que validamos hoje?”.
Esse tipo de abordagem molda uma mentalidade de reinvenção profissional em vez de execução travada.
Exemplos práticos que provam essa virada
- Empresa A liberou teste de novas ideias sem aprovação prévia rígida e viu taxa de sucesso subir 34 % em seis meses.
- Time B adotou check‑in semanal de tentativa‑erro, e eliminou 20 % das ações retrabalhadas.
Esses resultados vêm porque a cultura do erro virou método, não exceção.
O papel da liderança nessa transformação
Líderes precisam mudar da punição para o impulso. Precisam ver falha como sinal de avanço, não motivo de vergonha. Quando o líder cria ambiente seguro, o time assume risco inteligente, experimenta e cresce.
Ivan Moré mostra que convidar o colaborador a errar — corrigir rápido e seguir — é construir agentes inquietos e transformadores.
Essa mudança exige paciência e sistema
Não adianta só discurso. Precisa de estrutura, métricas, acompanhamento. Mudar a cultura exige ação e repetição.
A inovação nas empresas depende de processos que permitam tentativa‑erro. A reinvenção profissional nasce quando o indivíduo sabe que errar não o define, mas o aprimora.
Convide‑se ao erro estruturado
Você pode começar agora: defina um projeto curto. Permita dois erros rápidos. Use um feedback simples: “qual foi a lição?”
Aplique isso no ciclo semanal ou mensal.
Essa ação vai revelar o potencial escondido da sua equipe. Constrói autonomia e acelera a inovação.
🗨️ Deixe um comentário: qual foi o último erro construtivo da sua empresa?
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Ivan Moré transita do jornalismo esportivo para o palco corporativo trazendo uma linguagem de impacto, conhecimento profundo e provocação inteligente.
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