☕ RADAR CORPORATIVO NEWS | 5 de dezembro de 2025

O Brasil amanhece com sinais mistos da economia. O PIB mais fraco do que o esperado, a oscilação dos mercados e a expectativa crescente por cortes de juros desenham um cenário de cautela — mas também de oportunidades pontuais para empresas que sabem interpretar o momento.

Nesta edição do RADAR CORPORATIVO NEWS, você confere os movimentos que realmente importam para decisões estratégicas, planejamento financeiro, liderança e competitividade no curto prazo.

Por Perossi Conteúdo


📉 1. PIB cresce só 0,1% no 3º trimestre e confirma desaceleração da economia

O IBGE confirmou que o PIB brasileiro avançou apenas 0,1% entre julho e setembro, abaixo da expectativa de 0,2%. A economia perde ritmo principalmente em serviços e consumo, abrindo espaço para projeções de corte de juros no início de 2026.
Fonte: InfoMoney
Link: https://www.infomoney.com.br/mercados/pce-igp-di-inflacao-produtor-05122025/

📍 Por que isso importa: empresas precisam ajustar orçamentos, investimentos e gestão de caixa diante de uma economia mais lenta.
🎯 Insight: setores dependentes de crédito podem ganhar fôlego caso a Selic comece a cair em janeiro.


📈 2. Mercados sobem e dólar cai após PIB fraco e expectativa de juros menores

Com o PIB decepcionando e fortalecendo apostas de afrouxamento monetário, o Ibovespa opera em alta e o dólar recua para a casa dos R$ 5,30. Investidores reagem positivamente ao possível início de um ciclo de cortes no Brasil e à expectativa de redução de juros nos EUA.
Fonte: CNN Brasil
Link: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mercado/mercado-financeiro-ibovespa-dolar-5-dezembro-2025/

📍 Por que isso importa: câmbio mais baixo e juros mais suaves favorecem importações, investimentos e fluxo de capital.
🎯 Insight: empresas com operações internacionais devem monitorar câmbio diariamente para otimizar contratos e repactuar custos.


🌍 3. Cenário global mantém volatilidade enquanto mercados aguardam decisões do Fed

Os mercados globais operam em clima de expectativa por novos dados econômicos dos EUA e posicionamento do Federal Reserve. Decisões sobre juros americanos continuam ditando o humor das bolsas e o fluxo para países emergentes.
Fonte: Reuters
Link: https://www.reuters.com/business/take-five/global-markets-themes-graphic-2025-12-05/

📍 Por que isso importa: empresas expostas ao dólar ou dependentes de insumos importados enfrentam mais risco de volatilidade.
🎯 Insight: previsibilidade de custos internacionais passa por gestão ativa de risco cambial.


🔁 4. Mercado aumenta pressão por corte da Selic já no início de 2026

Economistas e gestores avaliam que a combinação de PIB fraco e inflação controlada deve acelerar a decisão do Banco Central. As projeções de mercado já trabalham com cortes logo nas primeiras reuniões de 2026.
Fonte: InfoMoney
Link: https://www.infomoney.com.br/mercados/pce-igp-di-inflacao-produtor-05122025/

📍 Por que isso importa: custo de financiamento pode cair, destravando projetos represados em 2025.
🎯 Insight: empresas com dívidas indexadas à Selic devem avaliar renegociações antecipadas.


🍞 5. Preços globais de alimentos caem em novembro, aponta FAO

A FAO informou que o índice global de preços de alimentos registrou queda no mês de novembro, puxado principalmente por recuos em açúcar, carnes e óleos vegetais.
Fonte: RTP/FAO
Link: https://www.rtp.pt/noticias/economia/precos-mundiais-dos-produtos-alimentares-caem-em-novembro_n1702663

📍 Por que isso importa: reduções no custo internacional de alimentos podem aliviar pressões inflacionárias no Brasil.
🎯 Insight: varejo e indústria alimentícia podem ter margens mais favoráveis no início de 2026.


🔍 Para fechar o Radar de hoje…

O dia 5 de dezembro de 2025 deixa recados estratégicos para quem lidera, empreende ou planeja 2026:

A economia esfriou. O PIB confirma que o país precisa de estímulos.
O mercado já se movimentou. Apostas de juros menores moldam investimentos e clima corporativo.
O cenário externo manda na dança. O Fed continua sendo peça central para câmbio e risco.
Alimentos em queda aliviam a inflação. Um respiro para famílias e para o setor de varejo.

Para quem atua com estratégia, liderança, inovação, investimentos ou consultoria, este é o momento de ajustar as velas — não de esperar o vento mudar.

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