A trajetória de Apolônio Bechara, o homem que levou a Engenharia brasileira a quatro continentes.
Do interior fluminense para o mundo, Apolônio Bechara Santos se tornou autoridade internacional em sua área. Nome que se confunde com fundações e engenharia geotécnica, atuou em 12 países, da América do Sul à Europa, da África ao Oriente Médio.
Na Patagônia, encarou -20°C e ventos de 100 km/h durante a construção de barragens. No Peru, bateu de frente com o temido Sendero Luminoso enquanto assumia a maior obra de contenção de encostas jamais feita no globo terrestre. Em Bagdá, fez investigações geotécnicas para a construção de túneis sob o rio Tigre – em plena Guerra Irã-Iraque, a intenção do ditador Saddam Husseim era dificultar ataques inimigos.
Peça-chave na região de Carajás durante a implantação de importantes projetos de mineração, executaria um dos maiores aterros hidráulicos das Américas. Pioneiro na implantação de estacas e pranchas metálicas vibro prensadas no país, saiu na frente também em relação à tecnologia de consolidação de solos moles com colunas de brita.
Com experiência em gigantes do setor, empresas como Geotécnica, Franki e Concremat, voa solo com sua ABS. Entre os mais de 5 mil projetos, até hoje, barragens, metrôs, túneis, rodovias, ferrovias, usinas nucleares, refinarias, siderúrgicas, terminais marítimos e imponentes edificações residenciais e comerciais devem muito a Apolônio.